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Biblioteca de componentes

Um estúdio que organiza a interface que já existe.

Toda tela nasce do zero porque ninguém lembra onde mora o botão que já existe.

Prateleira com pastas de projeto etiquetadas por versão

Começamos atendendo times que pediam telas novas e recebiam, a cada entrega, mais um botão parecido com os outros. O problema não era o desenho: era não existir lugar onde consultar o que já tinha sido decidido.

O primeiro inventário que montamos ocupou uma parede inteira. Quarenta e duas telas, sete padrões de botão e quatro campos de texto com alturas diferentes. A partir dali, a conversa deixou de ser sobre gosto.

Hoje o trabalho segue sempre a mesma ordem: contar o que está no ar, nomear as variáveis, escrever os estados que faltam e publicar uma página curta por peça. Só depois disso vale desenhar tela nova.

A parte que mais custa a entrar no hábito é a fila de pedidos. Sem ela, a variação nasce em uma conversa lateral e some do registro na semana seguinte.

Contar antes de criar

O inventário mostra o tamanho do problema sem ninguém precisar opinar.

Nome vem da equipe

A peça se chama como quem usa a chama na reunião de terça.

Estado não é detalhe

Erro, foco e lista vazia entram na primeira versão, não na correção.

Documento curto

Uma página por peça, com exemplo colável, é lida mais de uma vez.

Procedimento

Antes de desenhar o novo, contar o que já está no ar

Seis passos que transformam telas soltas em peças com nome, estado e lugar definido. Nenhum deles depende de refazer o produto inteiro.

Pedir levantamento
01

Inventário das telas

Captura de cada tela em uso e a lista do que se repete. Costumam aparecer três botões principais onde cabia um.

02

Variáveis antes de telas

Cor, espaço, raio e tipografia recebem nome. Sem isso, mudar um tom vira caça a hexadecimal no projeto inteiro.

03

Peça com todos os estados

Foco, carregamento, erro e lista vazia entram junto. O estado esquecido é justamente o que aparece em produção.

04

Nome que a equipe fala

O componente herda a palavra usada na reunião, não a que apareceu no menu do editor de design.

05

Uma página por peça

Quando usar, quando evitar e um exemplo pronto para colar. Texto longo ninguém abre duas vezes.

06

Porta para pedir mudança

Quem precisa de uma variação sabe onde pedir, quem responde e em quanto tempo a resposta chega.

Relatos

Quem parou de redesenhar o mesmo campo

Relatos de equipes que usam a biblioteca no dia a dia, publicados com autorização de cada uma.

A fila para pedir variação acabou com a conversa paralela: o pedido tem lugar e prazo.
Neusa T.gerente de produto
Os estados de erro e de lista vazia passaram a existir antes de eu abrir chamado por eles.
Hélio Q.analista de testes
O inventário mostrou quarenta e duas telas com sete padrões de botão. Ninguém acreditava antes de ver a parede montada.
Lucimar F.coordenadora de design
Trocar a escala de espaçamento virou uma linha alterada em vez de uma semana atrás de valores soltos pelo projeto.
Odair B.desenvolvedor sênior

Traga as telas que a equipe mais refaz

+55 15 93769-6863Pedir levantamento