Precisamos parar o desenvolvimento para isso?
Não. O levantamento roda em paralelo e as primeiras peças entram nas telas novas, sem refazer o que já está em produção.
Todos os relatos recebidos nos últimos ciclos, sem seleção prévia.

Relatos de equipes que usam a biblioteca no dia a dia, publicados com autorização de cada uma.
Tínhamos dois azuis quase iguais e ninguém sabia qual era o certo. Nomear as variáveis resolveu a discussão em uma tarde.
Colar o exemplo da página do componente ficou mais rápido que copiar de outra tela e ajustar na mão.
A fila para pedir variação acabou com a conversa paralela: o pedido tem lugar e prazo.
Os estados de erro e de lista vazia passaram a existir antes de eu abrir chamado por eles.
O inventário mostrou quarenta e duas telas com sete padrões de botão. Ninguém acreditava antes de ver a parede montada.
Trocar a escala de espaçamento virou uma linha alterada em vez de uma semana atrás de valores soltos pelo projeto.
A página de uso diz quando não usar a peça. É a parte que mais evita tela improvisada.
O registro de mudanças deixou claro o que entrou em cada versão sem ninguém abrir o histórico do repositório.
Passe a faixa para o lado e veja as respostas mais pedidas.
Não. O levantamento roda em paralelo e as primeiras peças entram nas telas novas, sem refazer o que já está em produção.
Serve, e o trabalho fica menor: definimos as variáveis da casa por cima da base que vocês já usam e documentamos só o que foi ajustado.
A equipe de vocês. O acompanhamento existe para ensinar o caminho: revisão a cada ciclo, registro de mudanças e fila de pedidos.
É o caso mais comum. A peça só é publicada quando existe no editor e no repositório com o mesmo nome e os mesmos estados.
As variáveis saem em CSS e em formato de tokens; os componentes, na biblioteca que a equipe já usa no projeto.
Dá, e costuma ser o melhor começo: é onde os estados faltam com mais frequência e onde o ganho aparece primeiro.